
Fãs do futebol cantam durante reabertura do estádio Soccer City em Johanesburgo. A África do Sul reabriu as portas do estádio com uma grande festa neste sábado, marcando a disponibilização do último dos 10 estádios da Copa do Mundo antes do torneio. 22/05/2010
REUTERS/Siphiwe Sibeko
JOHANESBURGO (Reuters) - A África do Sul reabriu as portas do Estádio Soccer City com uma grande festa neste sábado, marcando a disponibilização do último dos 10 estádios da Copa do Mundo antes do torneio.
O presidente Sul-Africano Jacob Zuma cortou a fita no gramado e declarou o local aberto antes do pontapé inicial da partida final da FA Cup da África do Sul.
Um sobrevoo de cinco jatos sobre o estádio marcou um início espetacular, embora o ruído dos aviões mergulhando baixo sobre o local estivesse quase abafado pela cacofonia de vuvuzelas, as cornetas de plástico sopradas incessantemente pela multidão.
O estádio estava semi-vazio uma hora antes do início da cerimônia, pois milhares de torcedores enfrentaram congestionamentos de trânsito, o que acabou provocando um atraso de 30 minutos.
Cerca de 80.000 ingressos foram vendidos para a final da FA Cup, uma das duas partidas programadas no local antes do jogo de abertura da Copa do Mundo entre a anfitriã África do Sul e o México em 11 de junho.
O estádio terá um outro ensaio geral na quinta-feira, quando a África do Sul recebe a Colômbia em jogo preparatório para a Copa do Mundo.
O Soccer City foi originalmente inaugurado em 1989 para abrigar partidas da seleção sul-africana de futebol e passou por uma reformulação quase completa para a Copa do Mundo, com três anos de obras que transformaram o estádio em um local de 94.700 lugares, construído em forma de uma cabaça africana, ou pote de cozinha.
A renovação custou 3,3 bilhões de rands (cerca de 416,9 milhões de dólares), bem acima do orçamento inicial de 2,2 bilhões da rands.
A nova arena tem três arquibancadas e 230 camarotes, 184 suites, 32 catracas e estacionamento para cerca de 19 mil carros. O estádio também sediará a final da Copa do Mundo em 11 de julho.
(Reportagem de Mark Gleeson)
REUTERS/Siphiwe Sibeko
JOHANESBURGO (Reuters) - A África do Sul reabriu as portas do Estádio Soccer City com uma grande festa neste sábado, marcando a disponibilização do último dos 10 estádios da Copa do Mundo antes do torneio.
O presidente Sul-Africano Jacob Zuma cortou a fita no gramado e declarou o local aberto antes do pontapé inicial da partida final da FA Cup da África do Sul.
Um sobrevoo de cinco jatos sobre o estádio marcou um início espetacular, embora o ruído dos aviões mergulhando baixo sobre o local estivesse quase abafado pela cacofonia de vuvuzelas, as cornetas de plástico sopradas incessantemente pela multidão.
O estádio estava semi-vazio uma hora antes do início da cerimônia, pois milhares de torcedores enfrentaram congestionamentos de trânsito, o que acabou provocando um atraso de 30 minutos.
Cerca de 80.000 ingressos foram vendidos para a final da FA Cup, uma das duas partidas programadas no local antes do jogo de abertura da Copa do Mundo entre a anfitriã África do Sul e o México em 11 de junho.
O estádio terá um outro ensaio geral na quinta-feira, quando a África do Sul recebe a Colômbia em jogo preparatório para a Copa do Mundo.
O Soccer City foi originalmente inaugurado em 1989 para abrigar partidas da seleção sul-africana de futebol e passou por uma reformulação quase completa para a Copa do Mundo, com três anos de obras que transformaram o estádio em um local de 94.700 lugares, construído em forma de uma cabaça africana, ou pote de cozinha.
A renovação custou 3,3 bilhões de rands (cerca de 416,9 milhões de dólares), bem acima do orçamento inicial de 2,2 bilhões da rands.
A nova arena tem três arquibancadas e 230 camarotes, 184 suites, 32 catracas e estacionamento para cerca de 19 mil carros. O estádio também sediará a final da Copa do Mundo em 11 de julho.
(Reportagem de Mark Gleeson)
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