
(Reuters) - A equipe Renault de Fórmula 1 será formalmente acusada de ter armado o acidente do piloto brasileiro Nelsinho Piquet no Grande Prêmio de Cingapura de 2008 para ajudar o espanhol Fernando Alonso a vencer a prova, afirmou a FIA nesta sexta-feira.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) afirmou em comunicado que representantes da equipe foram convocados para uma reunião extraordinária com o Conselho Mundial de Automobilismo da FIA, em Paris, no dia 21 de setembro.
As acusações são que "a equipe conspirou com seu piloto Nelson Piquet Jr. para deliberadamente causar o acidente no Grande Prêmio de Cingapura com o objetivo de provocar a entrada do carro de segurança para dar vantagem ao outro piloto da equipe, Fernando Alonso".
Se for considerada culpada, a equipe pode ser excluída do Mundial de Fórmula 1, do qual foi campeã em 2005 e 2006.
O empresário-chefe da categoria, Bernie Ecclestone, já afirmou que as acusações podem levar a Renault a abandonar a Fórmula 1.
A Renault, cujo chefe Flavio Briatore é sócio de Ecclestone no clube inglês Queen's Park Rangers, disse em um breve comunicado que reconhecia a solicitação para comparecer à audiência em Paris e que não fará qualquer outro comentário até lá.
FRAUDE
A equipe foi acusada de infringir o artigo 151c do código esportivo internacional, que diz respeito à "qualquer conduta fraudulenta ou qualquer ato prejudicial aos interesses de qualquer competição ou aos interesses do automobilismo em geral".
A McLaren foi multada no valor recorde de 100 milhões de dólares e excluída do Mundial de Construtores em 2007 por um caso de espionagem envolvendo dados da Ferrari.
A Renault e Nelsinho, filho do tricampeão mundial Nelson Piquet, romperam o contrato no mês passado e as notícias sobre o incidente de Cingapura surgiram durante a transmissão na TV do Grande Prêmio da Bélgica no fim de semana passado.
O bicampeão mundial Alonso venceu a primeira corrida noturna da F1, sua primeira vitória em mais de um ano, após ter largado do 15o lugar. Ele foi beneficiado pelo acidente de Nelsinho, que forçou a entrada do carro de segurança.
Alonso tinha acabado de reabastecer no momento da batida, e acabou assumindo a ponta quando todos os outros carros foram para os boxes.
Ecclestone disse ao jornal Times na terça-feira que havia o risco de a Renault seguir os passos de Honda e BMW, deixando o esporte.
"Tudo o que sei é que Flavio está insistindo que não sabe nada", disse Ecclestone, acrescentando que o italiano estava "realmente chateado".
Quando saiu da Renault, Nelsinho não poupou críticas a Briatore, seu ex-empresário, a quem chamou inclusive de "carrasco".
"Se isso for apenas o jovem Piquet dizendo isso porque quer dizer, é uma coisa. Se, por outro lado, há alguma realidade nisso, então é tudo diferente", disse Ecclestone.
"Será difícil de provar. Se houver algo no rádio dizendo 'Ei Nelson, melhor você bater agora', então o que eles (Renault) poderão fazer? Depende tudo do resultado da investigação."
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) afirmou em comunicado que representantes da equipe foram convocados para uma reunião extraordinária com o Conselho Mundial de Automobilismo da FIA, em Paris, no dia 21 de setembro.
As acusações são que "a equipe conspirou com seu piloto Nelson Piquet Jr. para deliberadamente causar o acidente no Grande Prêmio de Cingapura com o objetivo de provocar a entrada do carro de segurança para dar vantagem ao outro piloto da equipe, Fernando Alonso".
Se for considerada culpada, a equipe pode ser excluída do Mundial de Fórmula 1, do qual foi campeã em 2005 e 2006.
O empresário-chefe da categoria, Bernie Ecclestone, já afirmou que as acusações podem levar a Renault a abandonar a Fórmula 1.
A Renault, cujo chefe Flavio Briatore é sócio de Ecclestone no clube inglês Queen's Park Rangers, disse em um breve comunicado que reconhecia a solicitação para comparecer à audiência em Paris e que não fará qualquer outro comentário até lá.
FRAUDE
A equipe foi acusada de infringir o artigo 151c do código esportivo internacional, que diz respeito à "qualquer conduta fraudulenta ou qualquer ato prejudicial aos interesses de qualquer competição ou aos interesses do automobilismo em geral".
A McLaren foi multada no valor recorde de 100 milhões de dólares e excluída do Mundial de Construtores em 2007 por um caso de espionagem envolvendo dados da Ferrari.
A Renault e Nelsinho, filho do tricampeão mundial Nelson Piquet, romperam o contrato no mês passado e as notícias sobre o incidente de Cingapura surgiram durante a transmissão na TV do Grande Prêmio da Bélgica no fim de semana passado.
O bicampeão mundial Alonso venceu a primeira corrida noturna da F1, sua primeira vitória em mais de um ano, após ter largado do 15o lugar. Ele foi beneficiado pelo acidente de Nelsinho, que forçou a entrada do carro de segurança.
Alonso tinha acabado de reabastecer no momento da batida, e acabou assumindo a ponta quando todos os outros carros foram para os boxes.
Ecclestone disse ao jornal Times na terça-feira que havia o risco de a Renault seguir os passos de Honda e BMW, deixando o esporte.
"Tudo o que sei é que Flavio está insistindo que não sabe nada", disse Ecclestone, acrescentando que o italiano estava "realmente chateado".
Quando saiu da Renault, Nelsinho não poupou críticas a Briatore, seu ex-empresário, a quem chamou inclusive de "carrasco".
"Se isso for apenas o jovem Piquet dizendo isso porque quer dizer, é uma coisa. Se, por outro lado, há alguma realidade nisso, então é tudo diferente", disse Ecclestone.
"Será difícil de provar. Se houver algo no rádio dizendo 'Ei Nelson, melhor você bater agora', então o que eles (Renault) poderão fazer? Depende tudo do resultado da investigação."
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